30 de julho de 2009

Quase lá!




Vela sete dias, sete noites acesa bem aos pés da imagem de Nazinha...
Agradecer nunca é demais.

Faltam 8 dias!

(foto google)

26 de julho de 2009

Para minha Strela

Para a minha amada tia Stela, minha strela que agora brilha no céu...

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Lembras tiazinha quando fomos assistir o show do Paulinho Pedra Azul no Teatro Margarida Squivazapa? Tão lindo que foi! E eu que nunca tinha ouvido falar dele. Foi o nosso momento "mãe de alma" e "filha do coração".

E hoje, como tu não saístes de meus pensamentos, cheios de saudade da tua doce e amorosa companhia, deixo pra ti a música dele que, ao ouvi-la, é como estar de novo ao teu lado.

Te amo de amor.

(video youtube)
video

22 de julho de 2009

Sonho Quase Real...

Hoje fomos retirar passagens e voucher de hotel...
Friiiio na barriga...
Faltam 16 dias...



(fotinho tirada daqui)

21 de julho de 2009

Pótóca

Láááááá no Norte do país o povo anda ouriçado desde já com a tár da copa de 2014! Por conta disso, em uma certa cidadezinha localizada às margens do rio Tocantins, já tem um caboclo ganhando uns trocadinhos (ele também aceita açaí - em caroço ou batido - como pagamento) com um curso intensivo de idiomas, preparando os súmanos para fazer bonito caso algum gringo aporte por lá.

Como este tal cabuquinho, muito instrumado, é meu amigo dos tempos do fófó, resolvi dar uma força postando aqui pra vocês um bocadinho do "rico" vocabulário que ele ensina por lá... Nem preciso dizer que o povo tá fazendo fila e já anda praticando em casa, com os amigos e nos encontros da praça central...

Na verdade, na verdade, na verdade verdadeira eu nem queria postar, mas ele insistiu tanto e pra depois não ficar mufino e despombalecido, dizendo que eu fiquei pavulagem só porque tô morando no sul, resolvi atender. Afinal, já tomei muito açai com mapará na casa dele.


Espia... Só o creme, maninha(o)...


"Como dizer:


  1. Em chinês
  • Cabelo sujo: chin-champu

  • Descalço: chin chinela

  • Top less: chin-chu-tian

  • Náufrago: chin-chu-lancha

  • Pobre: chen luz, chen agua e chen gaz
  1. Em japonês
  • Adivinhador: komosabe

  • Bicicleta: kasimoto

  • Fim: saka-bo

  • Fraco: yono komo

  • Me roubaram a moto: yonovejo m'yamaha

  • Meia volta: kasigiro

  • Se foi: non-ta

  • Ainda tenho sede: kiro maisagwa
  1. Em inglês
  • Banheira giratória: Tina Turner

  • Indivíduo de bom autocontrole: Auto stop

  • Copie bem: copyright

  • Talco para caminhar: walkie talkie
  1. Em russo
  • Conjunto de árvores: boshke

  • Inseto: moshka

  • Cão comendo donut's: Troski maska roska

  • Piloto: simecaio patatof

  • Prostituta: Lewinsky

  • Sogra: storvo
  1. Em alemão
  • Abrir a porta: destranken

  • Bombardeio: bombascaen

  • Chuva: gotascaen

  • Vaso: frask "

Tááááááááá cheirooooso!!! Despois dessa eu Jámêvú!!!

Ps: dúvidas no vocabulário, favor consultar aqui.

Amigo é pra acudir outro...

A todos os meus queridos novos amigos, com o desejo sincero de que possamos estar frequentemente juntos, neste jeito novo, porém não menos verdadeiro, de compartilhar a companhia de todos vocês!

Beijos, abraços e cheiros
!
Posted by Picasa

18 de julho de 2009

Nem te conto...

Conclui o curso de reciclagem obrigatório do Detran (direção defensiva e primeiros socorros) para renovação da minha carteira de motorista que vence em Agosto. O curso é necessário para quem teve sua CNH emitida antes de 98, se não me engano.

Fui pra cumprir tabela e me surpreendi. Apesar de dirigir um carrinho 1000 e com marcha manual, percebi o quanto eu dirigia no "automático", ou seja, sem estar 100% presente no ato de dirigir, com toda a minha atenção voltada para aquele momento. Tenho certeza que não é só comigo que isso acontece. Quantos de nós dirige ouvindo música, conversando, falando ao celular, sem sinto de segurança, fumando, etc, etc. As vezes passamos por um acidente, reduzimos a velocidade, nos abismamos, comentamos e, pronto, voltamos para o "automático". Sempre achamos que com a gente não vai acontecer...

Abordando assunto direção defensiva, o instrutor passou um vídeo que eu gostaria de dividir com vocês. Ao vê-lo senti meu sangue ir todinho para os meus pés... Espero que vocês também possam perceber-se e policiar-se para o quanto cada um de nós está vendado para os riscos a que nos expomos, e também aos que estão conosco no carro, sempre que deixamos de estar atentos ao modo como conduzimos - praticando pequenas (ou grandes) infrações - e ao que está acontecendo ao nosso redor (principalmente com os outros motoristas). Alguns segundos e cuidados simples, como o uso do cinto de segurança para TODOS os ocupantes do veículo, podem decidir o próximo segundo.


video

Jámevú! Com cinto, claro!

Bendito seja o Sedex 10.

"O que seria desta pobre alma papachibé não fosse o sedex 10?"
Esta é uma pergunta que me faço todas as vezes que chega aqui em casa O isopor que minha amada avó me manda, pelo menos 3 vezes ao ano (no mínimo, na verdade). Paraense que é paraense, daquele do dente roxo de açai, sabe bem do que falando.

(Só pra situar os jàmêvusenses, sou paraense, mas moro em Florianópolis desde 1998)
Púsantão. Voltemos ao isopor: aqui em casa fazemos um revezamento familiar para abastecer os dois cúitadinhos (eu e Aurélio - o amasiado) do item que NÃO PODEMOS FICAR SEM: farinha de mandioca. Prenferencialmente da baguda. Uma vez manda a família dele e outra vez a minha. Cúnforme o tamanho da saudade as famílias vão acrescentando uns agrados a mais que podem variar entre: bombons de cupuaçú; vidros de perfume (que aqui em casa chamamos de chêga-te!) comprados na baiúca da D. Cheirosa no Ver-o-peso; maniçoba (congelada); pata de caranguejo; açai (tb congelado), pupunha, piquiá, etc, etc. Opções não faltam pra matar a nossa vontade.
No último que recebi, uma surpresa: mingal de milho! Quase tive um pirirí! A última vez que tomei uma pratada foi nesta época da foto...
Nem preciso dizer que meti o pé na jaca até a coxa...
Os leitores paraenses, que moram forá do Pará, também costumam receber estes "mimos" em casa?

PS: Aliás, manazinha, o que tu vás querer que eu leve pra ti? Que tal uns sabonetes Phebo, odor de rosas? Só não prometo um isopor desses. Vai que me mandam de mala e cúia de volta pro Brasil...

17 de julho de 2009

Bom é. Mas tá ficando melhor!

(imagem do google)
Ô minha gente, quantas mensagens que recebi! Tô feliz púrdemás!
Agradeço a todos que vieram dar uma espiadela, convidados pela Cissa ou não, que deixaram recadinhos, ou não. Sejam todos bem vindos e apareçam sempre que puderem.
De verdade, de coração.
Beijos paraenses!

14 de julho de 2009

Ah, eu quero!

Ontem dei uma pincelada pra vocês no assunto de um sonho que irei realizar (que Nazinha me ouça!) daqui a exatos 24 dias. Pois é, eu, como todo mundo, cultivo sonhos realizáveis e alguns desejos quase impossíveis (para este último, gosto de dedicar alguns minutinhos pensando como iria virar tudo verdade se eu ganhasse na megasena).
Depois que completei 30 anos (nem faz taaaanto tempo assim) resolvi colocar no papel os meus sonhos possíveis, ou seja, aqueles que, com alguns sacrifícios, estão dentro das minhas possibilidades ($$). Isso tudo com o intuito de dar uma "acelerada" no processo.
Dá uma espiada na listinha:
1. Ter minha casa própria: sonho de TODOS os brasileiros, eu sei. Apesar das facilidades de empréstimos, pirirí, pororó, ainda não deu. Ainda estou no aluguer.


2. Ter filhos humanos (já que com 4 patas e bem zolhudinhos e peludos, tenho dois - Mimi e Valentim, o fofucho ai do lado): tento a 2 anos, mas até agora nada!

3. Ver, sentir, provar neve!: parece besteira, mas eu tinha lou-cu-ra pra saber o que é isso, de perto. Este um, maninha(o), foi devidamente realizado ano passado, quando viajei para o Chile. A emoção foi tanta, que nem me encabulei de me jogar no chão, mesmo com todo mundo olhando e achando que eu devia estar tendo um ataque hepilético, e ficar com a boca aberta esperando cair um floco de neve na língua que estava estratégicamente pra fora!

4. Ir à Paris: acho que este sonho eu comecei a nutrir ainda criança, porque convivo com ele desde que me lembro ser gente. A uns 3 meses tive um sonho que estava na Torre Eiffel. Mas não foi um sonho como os outros - sim, eu já sonhei que estava lá muuuuitas vezes - desta vez eu via de-ta-lhes. Acordei no outro dia e disse para Aurélio (o amasiado): "Olha maninho, eu vou. Vou parcelar até a próxima encarnação, mas vou. Tu vens junto?" E os anjos disseram "amém" e ele disse "vou". Também se ele não respondesse isso, juro de pé junto, ajoaelhada no milho, debaixo na bananeira, que eu ia sozinha.

Se vendo neve já esqueci a finéss, imagina lá, na Torre, na cidade e em tantas outras coisas lindas que se tem pra ver... Essa viagem me faz sentir um friozinho na barriga igual ao que eu sentia quando criança, com a proximidade do natal, quando eu conferia os dias que faltavam. Muito bom isso.
Claro que quero registrar aqui todas as peripécias desta aventura. Principalmente do desenrolar (?!) do nosso ingrês. Dizem que os francenses não gostam de falar inglês... E nós não entendemos nenhuma vírgula em francês! Ah, isso não vai prestar! Ou vai! Cissa, socorro!

Jámêvú!






13 de julho de 2009

Planeta blog na escuta?

Se alguém me questionasse sobre blogs a uns 4 meses atrás, eu diria: "já ouvi falar". Até então, a grande novidade pra mim era o Orkut. Através dele reencontrei muita gente que a muito não via ou nem mesmo tinha notícia. Gosto de Internet e conecto todos os dias pelos mais diversos motivos: email, trabalho, pesquisa... Muitas vezes atravessando a madrugada. São meus momentos.

O primeiro blog que acompanhei e ainda acompanho - e na verdade nem me lembro mais como cheguei até ele - foi este, já que um dos assuntos que gosto é decoração. Sou turismóloga por formação, mas sempre digo que se a vida tivesse um controle remoto, voltaria no tempo, pra aquele momento de colocar o "x" no formulário de preenchimento para inscrição no vestibular, e faria arquitetura. Tecla delá, tecla dali, fui me aventurando cada vez mais neste universo, descobrindo gente interessante, engraçada, curiosa, atualizada. E aqui nesse mundaréu de gente, no meio do palheiro, encontro a dona agulha: uma pessoinha com quem estudei no segundo grau - magistério - no colégio Gentil Bittencourt, em Belém. O mais curioso é que ela nem mora mais por estas bandas (chique no último grau!) - agora ela é poliglota (pavulagem!) e está justinho no país pra onde eu vou de férias daqui a exatos 24 dias (este é um sonho que vou realizar, mas conto pra vocês depois). Eis que devo a esta pequena o início da minha aventura na bloggosfera.

Meu desejo é usufruir de maneira mais produtiva e positiva destes meus momentos comigo mesma, compartilhando opiniões (ou não), sentimentos, experiências. E quem aqui se aprochegar, guiado pela linha da curiosidade ou da intuição, eu terei a certeza de que não será mero acaso.


Fiquem a vontade!


Jámêvú! Beijos!

12 de julho de 2009

É-gú-á!

Cissa, mana, não ficou bom, ficou BÓTIMO! Não ficou lindo, ficou PAIDÈGUA! Não ficou a minha cara, ficou o CORPO INTEIRO! Resumindo: ADOREI!
Ô mana, muito obrigada! Obrigada pela atenção, pelo teu tempo dedicado, pelo carinho!
Agora não falta mais nada. Só falta escrever, escrever, escrever. Que venha a inspiração.
Beijos!

10 de julho de 2009

Tudo bem e nada presta.

Credo. Tô um nojo com este blog. Não estranhem se cada vez que passarem por aqui ele estiver de um jeito diferente: uma cor, outra cor. Uma fonte, muda fonte. Layout: já experimentei todos. Ainda não achei um que eu diga: "é esse!". Isso é normal, minha gente? Ando me dizendo: "Mas Ivana, tu vistes pra cá pra escrever ou pra enfeitar?".

Aceito dicas e sugestões.

Beijos!

8 de julho de 2009

E agora?

Cissa, manazinha, aqui estou. Influenciada, motivada por ti.
Vamos ver o que surge, o que flui. Não tenho grandes pretensões, mas acho que posso trocar bastante com quem estiver receptivo a isso. Porque os caminhos se cruzam, porque nada acontece por acaso.
Beijocas!