11 de dezembro de 2009

Papachibé poraí

Um final de semana por mês, amasiado vem  para Curitiba participar de seu curso de especialização e, desta vez, eu que não sou besta nem nada, resolvi acompanhá-lo. É claro que eu não irei para a aula com ele (dãm!), o que quero mesmo é passear, bater perna e matar a saudade dessa cidade encantadora!


Lembro que estive aqui pela primeira vez, em 1993, para um congresso da faculdade. Vim de ônibus, de Belém a Curitiba. Pensa em uma bunda que ficou quadrada e em pés que mais pareciam sapos cururú da beira do rio, de tão inchados. Pensa, em uma papachibé que nunca tinha  sentido frio na vida, chegar nessa terra em pleno mês de julho. Pensa em uma cabuclinha do bairro do Marco ver tanta coisa linda de uma vez só.

Pois é, tenho muito para relembrar! Planos para amanhã (acabamos de chegar)? Apenas um: ir até centro, pegar a Jardineira e deixar a intuição me levar. Pena que está chuvendo. Mas quem disse que paraense tem medo de chuva?

Prometo fotos e mais posts depois!

7 de dezembro de 2009

O segredos dos gatos

Como amante dos felinos que sou, publico este texto de um email que recebi (autor desconhecido). Porém, tomei a liberdade de editá-lo e ilustrá-lo com fotos de meus "protetores", meu toque pessoal. 

"Aqui está uma série de informações sobre a vida secreta dos gatos:

Todos os gatos tem o poder diariamente de remover energia acumulada em nosso corpo. Enquanto nós dormirmos, eles absorvem esta energia(...)

(Então era isso que ele estava fazendo...)
Quando eles dormem, liberam a negatividade que removeu de nós.


(Eu estou vendo a negatividade saindo dele. Vocês também?)
É bom ter mais de um gato em casa para que a carga seja dividida entre eles. Eles também nos protegem durante a noite para que nenhum espírito indesejável entre em nossa casa ou quarto enquanto dormirmos. Por isso eles gostam de dormir na nossa cama.

(Já temos dois. Oba!)
Se eles verificarem que estamos bem, eles não dormirão conosco. Se houver algo estranho acontecendo, eles se aninharão ao nosso lado(...)

(Realmente eu não estava muito bem neste dia...)
Os gatos são criaturas adoráveis e amam seus donos acima de tudo. Porém, eles tem um jeito diferente de amar, mas nem por isso deixa de ser verdadeiro.

(Ah, isso eu já sabia!)
Eles são grandes amigos e companheiros! São doces meigos e fieis!

Adote um gato. Sua vida nunca mais será a mesma!"
(clicando nas fotos, elas ficam beeeeeem grandes!)

5 de dezembro de 2009

Quando eu era pequenina



Hoje estava lembrando com minha cunhada - que tem 2 filhos - do natal do nosso tempo, já que eu e ela temos a mesma idade.
Uma das lembranças mais bacanas que tenho do natal na minha infância, era esperar por ele! Isso mesmo. Eu contava os dias, desde o dia primeiro de dezembro. A medida que a data se aproximava, eu sentia uns arrepios de ansiedade e emoção sempre que pensava no dia, já mais perto que no dia anterior. A maioria dos presentes "da moda" que eu desejei, eu não tive, porque minha família não tinha condições para bonequinhas do tipo que andava, que mamava, que chorava; patins de bota; bicicleta com cestinha. Mas isso nunca tirou o encanto da data pra mim.
Minha avó arrumava toda a casa - faxinão - e montava a nossa árvore de natal, onde ela pendurava os cartões que a família recebia. Ficava linda.
Nossa sala era de chão de tábua corrida, e minha mãe e minhas tias junto com vovó, gastavam uma manhã inteira ajoelhadas passando cera no chão - a sala era muito grande. Depois se usava aquela enceradeira que ia deixando a madeira brilhando...

No dia 24 todos tínhamos que ir à missa do galo na igreja Sagrado Coração de Jesus que ficava próxima de nossa casa. Ela me dizia que seria exatamente naquele período em que estaríamos na igreja, que papai Noel aproveitaria para deixar nossos presentes. E assim acontecia (até hoje não sei quem voltava em casa), pois no retorno da missa os presentinhos estavam todos debaixo da árvore. Apesar dos presentes, vovó nunca deixou de lembrar-nos do simbolismo deles e de que o verdadeiro motivo da festa era comemorar o nascimento do menino Jesus. Ainda assim, era muito bom acreditar no Papai Noel.

Qual lembrança natalina tens da tua infância?

(imagens google)

3 de dezembro de 2009

A folia propriamente dita

O que posso dizer? Depois da tempestade, vem a bonança. Depois de muito choro na cerimônia, meti o pé na jaca até a coxa e dancei até às 4h da manhã! Poderia ser melhor?

(Minhas primas que eu AMO. Lindas moças... De lá pra cá: Bruna, Luana e Luciana
Uia que dentadura linda que essas meninas tem... Por isso tô ajeitando os meus!)

Só que uma imagem não sai da minha cabeça até hoje: o tamanho do saco (de veludo, minha filha!) que saiu de dentro da bolsa da minha prima... Quando perguntei o que era aquilo e que serventia teria, ela me respondeu que era para levar "alguns" docinhos pra casa.... Sei, "alguns"... Ahãm! Ela viajou comigo até SP no dia seguinte e - só pra ter uma idéia - ainda fomos comendo docinhos no avião! E agora isso é moda meu povo? Ave!


A usurpadora mor dos docinhos e eu... 

Agora, só restaram a saudade - muita! - e as boas lembranças....

2 de dezembro de 2009

O ritual do casamento


Eu disse a vocês que nunca casei na igreja. Esse também nunca foi um graaaaande sonho meu, o que não quer dizer que eu não faria... Que me lembre, contando com o casamento do meu irmão, só fui à 3 cerimônias  em toda a minha vida. É claro que esta foi especial , por motivos óbvios.
Não sei quanto a vocês, mas difícil não se emocionar com o ritual que é o casamento e todas as "promessas" embutidas: felicidade, união, companheirismo, fidelidade... E tudo na base do "Para Sempre", mesmo que na prática as vezes não funcione assim. Mas que é lindo é.
Ver ali o meu irmão, todo bonito, nervoso (ele estava mais nervoso que a noiva), ansioso, vivendo um dos momentos mais marcantes da vida dele.... Ver minha mãe, ansiosa, preocupada, triste (porque ela estava com a sensação de "perdi meu filho") e  alegre (pela alegria dele) ao mesmo tempo. Tudo isso junto - e mais umas 10 coisas - mexeu com minhas tripas. Moral da história do Brasil: Chorei a cerimônia toda! Não aquele choro de carpideira, mas sim aquele em que só as lágrimas ficam rolando, borrando a maquiagem... Meu irmão tinha o olhar apaixonado todo o tempo. Aquele olhar de deslumbre, de amor. Sei que ele estava muito feliz.
No retorno pra casa, já em Floripa, disse pra amasiado: "Eu também quero esse ritual... Quero viver esse simbolismo também..." Não precisa ser agora, já. Mas eu quero. 
Ele topou!
Somente a título de curiosidade: o casamento dele (meu irmão chama-se George) foi na Igreja do Carmo. Vejam aqui, como é linda.

O casal, na saída da Igreja



Familia reunida (ainda falta gente aí) a caminho da cerimônia. Da esquerda para a direita: mamãe, eu, George, prima Bruna,primo Luizinho, prima Luana, Tio Osvaldo, primo Domingos, Tio Luiz, prima Luciana e vovó.

(clica na foto, que ela creeeeeesce!)

1 de dezembro de 2009

Beauty Day


Depois das visitas às amigas em Belém, chegou o grande dia! O dia do casamento do meu irmão. Aliás, vocês acreditam que quase não falei com ele? Ele, claro, estava super envolvido nos preparativos e eu pernando pela casa dos outros. Só fui falar direito com ele na festa!
So, como não podia deixar de ser, a mulherada lá de casa foi em penca para o salão mais próximo cuidar de unhas, cabelos e maquiagens. Não sei vocês, mas eu adooooro esse tempo pra mim. É um dos prazeres que tenho: não pensar em nada, folhear revista cultura inútil e sair de lá me sentindo cuidada.
Neste salão, uma novidade: eu bem formosa, pintando as unhóviskis e vem uma mocinha muito gentil e pergunta: "A sra aceita um drink?" Pensei ter ouvido mal."Heim? Um drink?!". "Isso mesmo. Temos um coquetel de frutas". Ah, menina, pergunta se macaco quer banana! Tomei três. Mas juro pra vocês que saí de lá boazinha!
Não podia ter sido melhor: mulheres da família juntas, muita risada, besteirol e... drink! Manas, Belém é primeiro mundo! Aqui em Floripa nunca tinha visto disso!
Na sequência:
1. Cabelinho sem cachos pra não ficar com a cara de todo dia;
2. "Maquilági", que depois acabei tirando tudo e fazendo eu mesma (coisas de Ivana);
3. Pézinho de anjo (tu jura!) sob os cuidados da mocinha que quase me embebedou, mas que deixou as uninhas lindas!. Ah, danada!